Domingo, Janeiro 29, 2012

CONFISSÃO

Que esta minha paz e este meu amado silêncio
Não iludam a ninguém
Não é a paz de uma cidade bombardeada e deserta
Nem tampouco a paz compulsória dos cemitérios
Acho-me relativamente feliz
Porque nada de exterior me acontece...
Mas,
Em mim, na minha alma,
Pressinto que vou ter um terremoto!
Mario Quintana

1 comentários:

carla disse...

Muito linda a poesia ,amigo voltei e cá espero a tua visita bjo

carla granja